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Ludy Amano - My Blog

Fechando o coração para não sofrer




As pessoas que já passaram por uma decepção ou desilusão muito grande, principalmente no amor, tendem a fechar seu coração após a traumática experiência. Como assim fechar? De certa forma as pessoas ficam com medo de sofrer novamente e acabam fechando seu coração, não dando oportunidade para que novas pessoas ou acontecimentos entrem em sua vida. Preferem ficar na segurança de não arriscar do que correr o risco de sofrer de novo.
O problema é que algumas dessas pessoas se esquecem de que ao correr o risco de sofrer de novo também se corre o risco de amar de novo.


Quem fecha o coração para não sofrer, acaba fechando-o para amar também.
Yoshio Kadomoto

Já vi muitos casos de pessoas que simplesmente não se envolvem mais com as outras pessoas. Elas têm uma espécie de alarme, um mecanismo de proteção, que toca toda vez que ela começa a se envolver um pouco mais com alguém. Aquele alarme dita o limite até onde ela pode se envolver. Pode ser que dessa forma ela não venha a sofrer novamente por desilusão amorosa, mas também não gozará do amor.

É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a derrota, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota.
Theodore Roosevelt

Correr o risco de amar novamente é uma ótima escolha.



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Gratidão aos nossos pais





É difícil encontrar alguém que nunca perdeu a paciência com os pais. Neste vídeo vemos uma mostra de um comportamento que acontece com frequência em algumas famílias. Embora o vídeo trate mais da intolerância eu vou falar sobre a gratidão.

Muitos de nós estão sempre insatisfeitos ora com o pai, ora com a mãe. As vezes reclamando que gostariam de ter mais atenção, mais carinho, menos intolerância, mais compreensão, menos brigas entre muitas outras coisas. O vídeo acima mostra um comportamento muito corriqueiro: a falta de paciência com nossos pais.

O fato é que geralmente nos esquecemos de nos perguntar: Mas como meu pai/mãe foi criado(a)?

Você conhece a resposta? Conhece a história de seus pais? Pois é, as vezes mal conhecemos essas histórias e já partimos para o julgamento. Como é possível exigir o amor, o afeto, o carinho de um pai que tinha um pai alcóolatra e apanhava todo dia? Como é possível exigir carinho de uma mãe que foi criada apenas pelo pai, que era frio feito gelo? Como é possível exigir coisas que eles não aprenderam? Esse é o erro que a maioria dos filhos comete ao julgar os pais.

Imagine um pai, que quando criança perdeu logo cedo seus pais e se viu sozinho com mais 3 irmãos mais novos no mundo. De uma hora pra outra ele foi obrigado a crescer e a cuidar de seus irmãos. Logo cedo, a vida exigiu dele um senso de responsabilidade muito grande para alguém daquela idade. Ao se tornar um adulto e ter filhos você acredita que ele terá mais chances de se tornar um pai exigente demais ou um pai super compreensivo?

Esse pai não recebeu carinho de seus pais, muito menos o apoio, quando precisou. Sua carência nunca foi suprida nesse ponto. O que não podemos nos esquecer é que apesar de crescidos nossos pais continuam a ser crianças e continuam a ter as mesmas necessidades da época em que eram crianças. Existe uma grande possibilidade desse pai ser extremamente carente. A partir do momento em que você compreende a história de seu pai e acolhe todas as dificuldades que ele teve e ainda tem, você será capaz de enxergar coisas que antes não percebia, e com isso vem a gratidão.

Quando enxergamos todo o trabalho, preocupação, dedicação, abdicação e dificuldades que nossos pais enfrentaram ao nos criar, podemos sentir a gratidão. O amor que nem sempre é expressado da mesma forma, podendo ser um gesto de carinho em algumas famílias ou até mesmo uma bronca ou uma surra em outras, está presente na maioria das vezes. Através da gratidão e compreensão da história de seus pais muitas vezes é possível perdoá-los.



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Um texto sobre a vida



Muitas pessoas caminharão para dentro e fora de sua vida, mas apenas amigos de verdade deixarão pegadas no seu coração. Para lidar com você mesmo, use sua cabeça; para lidar com os outros use o seu coração. Raiva é uma única palavra perigosa. Se alguém te traiu uma vez, é culpa dele; se te traiu duas vezes, é sua culpa. Mentes brilhantes discutem idéias, mentes medianas discutem acontecimentos, mentes pequenas discutem pessoas. Aquele que perde dinheiro, perde muito; aquele que perde um amigo, perde muito mais; aquele que perde as esperanças, perde tudo. A beleza nos jovens é um acidente da natureza, mas a beleza nos idosos é uma obra de arte. Aprenda com os erros dos outros. Você não viverá o bastante para cometê-los você mesmo. Amigos, você e eu....você me trouxe um novo amigo...e então erámos três....começamos nosso grupo...nosso círculo de amizade...e assim como esse círculo....não tem começo nem fim....ontem é história, amanhã é mistério, hoje é um presente, é por isso que ele é chamado de presente.

(Autor desconhecido)



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A diferença entre compaixão e pena



Compaixão e pena são duas coisas tão próximas, mas que têm uma diferença muito grande, que muitas vezes não é percebida. A diferença das duas se encontra na forma como você se apega a cada uma.

Em qualquer um dos dois casos existe uma outra pessoa com um problema. Quando sentimos compaixão, nós enxergamos a dor daquela pessoa ao enfrentar tal problema, mas o entendimento de que aquele problema não pertence a você e sim à ela é claro. Isso significa que sim, você pode ajudá-la, mas não precisa pegar o problema para você e tão pouco assumir a responsabilidade de resolvê-lo. Se você quer assumir essa responsabilidade que faça-o de forma consciente, ou então ajude da forma como puder.

Não é difícil encontrar pessoas que constantemente se apegam a problemas alheios. Numa tentativa de resolver tudo e ajudar a todos, muitas vezes essas pessoas acabam se sobrecarregando. Mal percebem que fazem bem a todo mundo com exceção de uma pessoa: ela mesma. Não me entenda mal, não estou pregando o egoísmo aqui, mas como alguém pode ajudar os outros se ainda não aprendeu a ajudar a si própria?

Que bom seria se essas pessoas pudessem despertar para isso e entender que de vez em quando é preciso fazer um sacrifício para ajudar um amigo ou familiar, mas não sempre. Ao meu ver, ao se preocupar com a sua felicidade e lutar por ela, consequentemente as pessoas ao seu redor também ficarão felizes com as suas conquistas. Agora se você é do tipo que constantemente abre mão dos seus sonhos para ajudar os outros, algo muito errado pode estar acontecendo.

E você? Conhece alguém assim? Concorda com essa diferença?



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Diferença entre o Céu e o Inferno





Imagem: My kind of soup por *fhrankee no deviantART
Um rabino conversava com o Senhor sobre o Céu e o Inferno. "Vou lhe mostrar o inferno", disse o Senhor e conduziu o rabino a uma sala no meio da qual havia uma grande mesa redonda, com pessoas famintas e desesperadas sentadas a sua volta. No meio da mesa havia uma tigela de sopa grande o suficiente para todos. O aroma da sopa era delicioso, deixando o rabino com água na boca. As pessoas ao redor da mesa seguravam colheres com cabos muito compridos. Cada uma delas podia alcançar a tigela e pegar uma colherada da sopa, mas como o cabo era mais comprido que seu braço, não conseguia colocar a colher na própria boca. O rabino viu que o sofrimento delas era terrível. "Agora vou lhe mostrar o Céu", disse o Senhor, e eles entraram numa outra sala exatamente igual à primeira. Havia a mesma grande mesa redonda e a mesma tigela de sopa. As pessoas, como antes, estavam equipadas com as mesmas colheres de cabo comprido - mas aqui estavam todas nutridas e rechonchudas, rindo e conversando. A princípio o rabino não entendeu. "É simples, mas exige uma certa habilidade", explicou o Senhor. "Veja, elas aprenderam a alimentar-se umas às outras".

Conto Hassídico extraído do livro Tenho Raiva - O papel positivo das emoções negativas nos relacionamentos de Jane G. Goldberg



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